quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Alguns Jogos de Playstation

Para começar o meu Especial, nada melhor do que falar sobre alguns jogos. Vamos lá!

Guitar Hero Encore – Rock’s The 80s


O game Guitar Hero Encore: Rocks The 80's é a continuação da série Guitar Hero, feita pela Actvision. Ele foi criado com músicas da também conhecida "Década dos Sonhos", os anos 80. Ao contrário das versões anteriores, o game não vem com vídeos nem faixas bônus, mas promete músicas que lembram bons tempos.

Músicas:

1.       Opening Licks

"(Bang Your Head) Metal Health" - Quiet Riot (1983)
"We Got the Beat" - The Go-Go's (1981)
"I Ran (So Far Away)" - A Flock of Seagulls (1982)
"Balls to the Wall" - Accept (1983)
"18 and Life" - Skid Row (encore) (1989)

2.       Amp Warmers

"No One Like You" - Scorpions (1982)
"Shakin'" - Eddie Money (1982)
"Heat of the Moment" - Asia (1982)
"Radar Love" - White Lion (cover da banda Golden Earring) (1989)
"Because, It's Midnite" - Limozeen [1] (encore) (2003)

3.       String Snappers

"Holy Diver" - Dio (1983)
"Turning Japanese" - The Vapors (1980)
"Hold on Loosely" - 38 Special (1981)
"The Warrior" - Scandal (1984)
"I Wanna Rock" - Twisted Sister (encore) (1984) (apesar de a música original ser de 1984, a gravação usada no jogo foi retirada de Still Hungry, remake de Stay Hungry datado de 2004)

4.       Return of the Shred

"What I Like About You" - The Romantics (1980)
"Synchronicity II" - The Police (1983)
"Ballroom Blitz" - Krokus (cover da banda Sweet) (1984)
"Only a Lad" - Oingo Boingo (1981)
"Round and Round" - Ratt (encore) (1984)
5. Relentless Riffs
"Nothin' But a Good Time" - Poison (1988)
"Lonely is the Night" - Billy Squier (1981)
"Bathroom Wall" - Faster Pussycat (1987)
"Los Angeles" - X (1980)
"Wrathchild" - Iron Maiden (encore) (1981)

5.       Furious Fretwork

"Electric Eye" - Judas Priest (emendada com a faixa introdutória "The Hellion") (1982)
"Police Truck" - Dead Kennedys (1980)
"Seventeen" - Winger (1988)
"Caught in a Mosh" - Anthrax (1986)
"Play With Me" - Extreme (encore) (1989) A música mais difícil do jogo (em todas as dificuldades)

Fatal Frame II – Crimsin Butterfly (2003)


Mio Amakura e sua irmã gêmea, Mayu Amakura estão visitando o lugar onde passaram a infância Mayu foge pela floresta, como se fosse conduzida pela borboleta. Ao que ela corre, seu corpo começa a ser tomado por uma mulher vestida de branco.

Correndo atrás da irmã, Mio se encontra sozinha em uma montanha coberta de névoa. Carregada pelo vento, uma triste canção é escutada por ela, e ela começa a notar luzes de festa presas nas árvores da floresta.

Como se aceitasse o convite silencioso, Mio segue o caminho das luzes. Então, quando a floresta se abre em uma grande clareira, é Mayu que está lá de pé, sozinha, cercada por incontáveis borboletas vermelhas.

"Mayu?"

Respondendo ao chamado da irmã, Mayu lentamente começa a se virar. As borboletas começam a dançar como apenas uma.

"A Vila Perdida"

Espalhando-se atrás das irmãs, embrenhada na névoa e na escuridão, está uma vila. A vila que desapareceu. All God's Village. Esta vila esteve na floresta, escondida nas montanhas. Essa floresta será derrubada para a criação de uma represa.

A história segue, no dia de uma cerimônia especial, a vila desapareceu de repente, deixando a floresta presa em uma névoa grossa.

Muitos dizem que se acontecer de você ficar perdido na floresta, você será guiado (Spirited Away) para a vila.

A vila onde borboletas vermelhas dançam. A vila que repete sempre e sempre a mesma cerimônia.

Mortal Kombat – Armageddon


"Mortal Kombat" é um dos poucos sobreviventes da era das lutas, iniciado pelo lendário "Street Fighter II" no começo dos anos 90. Aliás, a série criada pela Midway foi uma resposta ao sucesso da Capcom, mas conseguiu amealhar tantos fãs quanto este, iniciando uma longa rivalidade. O sucesso veio pelo contraste: "Mortal Kombat" usava atores reais para os personagens, além de caprichar na violência - com direito a litros de sangue e mutilações de todo tipo -, um choque para a época (1992).

Pulando para 2006, a Midway escolheu um nome propício para terminar a franquia "Mortal Kombat", pelo menos da atual geração de consoles. A palavra Armageddon se refere ao local das batalhas decisivas nos tempos antigos e, por extensão de sentido, os confrontos dos fins dos tempos. É exatamente esse o clima de "Mortal Kombat: Armageddon", que reúne quase todos os seus lutadores do passado e presente para uma batalha definitiva.

Cada um por si e os deuses contra todos

"Mortal Kombat Armageddon" é um jogo de luta clássico em 3D, sucessor da edição "Deception", de 2004. A mecânica é baseada em títulos como "Virtua Fighter", precursor do gênero, mas com uma maneira totalmente particular, como tem sido a marca da franquia da Midway. Em geral "Armageddon" supera muitos aspectos do antecessor, mas também há características que ficaram piores.

A história é bem simples (na verdade, já está tão bagunçada que a produtora nem colocou a biografia dos personagens, já que alguns tinham morrido). Com o crescente número de lutadores poderosos que surgiram no mundo terreno e no infernal Outworld, e isso poderia levar ao apocalipse, os deuses anciões criaram uma pirâmide e trouxeram um guardião dos elementos, Blaze, para tentar acabar com o maior número de "kombatentes" possíveis. A apresentação mostra esse clima de caos, com todos os lutadores se digladiando para chegar a tal pirâmide. Já tem muita ação antes de pressionar o botão Start.

O estilo mortal de "kombate"

O enredo é apenas um mero detalhe - na verdade o pretexto ideal para recomeçar a série na próxima geração, com menos personagens -, pois os fãs de série querem mesmo saber das lutas e dos golpes violentos característicos. Há novidades boas e outras nem tanto, mas no geral o que predomina é a tradição. O sistema básico ainda é o mesmo, com dois botões para socos e dois para chutes, que, combinados com o direcional permite fazer diversos combos e golpes especiais.

Ainda há movimentos de agarrar, defender e até de quebrar um combo. A novidade aqui é um botão de "parry", que consiste em "aparar" o golpe do oponente, fazendo-o mostrar suas costas e ficando indefeso por alguns segundos, tempo suficiente para um ataque bem dolorido. É um movimento eficiente, mas de risco, pois é necessário apertar o botão de defesa na última hora (e colocando o direcional para trás).

Outra boa novidade é a adição de lutas aéreas: todos os personagens ganharam boas opções de combos no ar. Eles aumentam a gama e estratégias e dá mais dinamismo aos combates, apesar de a animação ser aquele estilo meio robótico da série.

Mesmo tendo mais de 60 lutadores para escolher, o problema é que não há muita distinção entre eles. Todos têm controles um tanto semelhantes, com exceção de alguns poucos lutadores, devido aos seus especiais. E nem adianta trocar o estilo de luta, que agora foi reduzido a um para mãos vazias e outra com armas - alguns "monstros" nem isso têm.

"Armageddon" até tem mais profundidade que os antecessores, graças ao acréscimo do "parry" e dos combos aéreos, mas a falta de movimentos únicos e as seqüências pré-programadas fazem com que não chegam nem perto de um "Soul Calibur III", por exemplo, em que as possibilidades de atacar e contra-atacar parecem inesgotáveis. Ainda assim, é possível ter lutas de alto nível no game. Uma modalidade online expande as possibilidades, podendo lutar com jogadores do mundo inteiro.

Mil maneiras de fazer picadinho

A interação com o cenário está ótima, como sempre, e proporcionam bons momentos. Você pode jogar os inimigos para a linha do metrô, em ventiladores gigantes ou direto num sino, no novo cenário de "Armageddon". Além de garantir mais danos, novas partes dos cenários podem ser reveladas. Na hora do "stage fatality", há várias opções para usar o cenário e terminar com o oponente. Em um deles, o perdedor ficou espetado em estalagmites, sangrando e desmembrado.

O sistema de "fatalities" foi mudado, mas não deverá ser unanimidade. Agora, eles não são comandos específicos para cada personagem que gera finalizações únicas, mas uma série de movimentos iniciais, transitórios e de encerramento, como um combo. Assim, o jogador tem a liberdade de "montar" como quiser seu "fatality", mas, em contrapartida, o sistema é bem mais complexo, ainda que seja possível começar com um movimento de encerramento.

O modo "Kombat" é bem simples, sendo subdividido em "Arcade", uma luta contra oito oponentes e Blaze, "Versus", para dois jogadores locais, e "Practice", para treinar contra um inimigo parado. O game ainda tem outros tipos de conteúdo, mas opções mais ricas poderiam valorizar mais o produto, como a produtora Namco faz muito bem, colocando toneladas de modalidades. O final de cada lutador é simples também, mostrando apenas um texto e o lutador fazendo movimentos coreografados típicos de escolas de artes marciais - chamado "kata", na língua japonesa.

A modalidade que "konquista"

O modo "Konquest" é a maior evolução do game. Agora, ele virou um jogo de ação e aventura nos moldes de "Shaolin Monks" e está muito mais divertido que a modalidade homônima inclusa em "Deception". Ele traz uma história própria, centrada em Taven, um personagem original. Ele e Daegon, filhos do deus Argus, foram acordados de seu sono profundo para encontrarem as armas sagradas e se prepararem para enfrentar Blaze. O vencedor será o protetor de Edenia, o reino de Argus.

No caminho, basicamente linear, há muitos baús e outros tesouros, alguns bem escondidos, que conferem dinheiro e extras, como novas roupas, acessórios para personagens, músicas e outras mídias. Uma idéia excelente foi simplificar o "sistema monetário" do game, pois, agora, em vez de seis moedas, há apenas uma. Como sempre, elas servem para comprar golpes e outros recursos.

No caminho, há diversos combates como os de "Shaolin Monks", contra vários oponentes ao mesmo tempo, com direito a vários especiais, como poderes de provocar uma onda sísmica ou parar o tempo. Isso gasta uma energia auxiliar, mas à medida que vai matando os inimigos, itens de recuperação vão aparecendo. É possível fazer decapitações e outras atrocidades em cada um dos inimigos, principalmente se estiver com uma arma.

De tempos em tempos também surgem lutas mano-a-mano, como no modo tradicional. O único problema é que não é possível aplicar os "fatalities" nesses inimigos, vá saber a razão. Eles dizem que os caminhos dos dois ainda irão se cruzar, mas chega ao final do game - que dura cerca de seis horas - e muitos não dão as caras novamente.

Mas se o "Konquest" ficou melhor, o mesmo não se pode dizer do minigame. O quebra-cabeça e o xadrez do título anterior deram lugar a "Motor Kombat", um jogo de kart. Trata-se de um game de corrida simples, com dez personagens - estilizados ao estilo "minicraques" -, cada um com seu ataque particular. Há itens como moedas, velocidade e reposição de ataques. O diferencial é que os personagens se espatifam em paredes e caem de precipícios, mas a mecânica simples não segura a atenção por muito tempo, nem sozinho nem com vários jogadores - há até uma opção online, para até oito pessoas, mas há alguns problemas com atraso de comunicação.

Um batalhão pronto e mais para criar

O game já traz mais de 60 lutadores, mas o jogador pode, pela primeira vez, construir seu próprio personagem. Os movimentos básicos são baseados em um dos estilos pré-definidos, como caratê, kick boxing, jiu-jitsu, "val tudo (sic)", jeet kune do e uma série de lutas chinesas, apesar de os criadores não entenderem muito as diferenças de cada arte marcial. O jogador também define um estilo com armas. Por fim, há como designar até quatro golpes especiais - um de cada tipo -, uma provocação e um arremesso. Dá até para criar uma história para o personagem, cujo texto aparece no final do modo "Arcade".

A customização exterior é mais ampla e se prevê muita gente criando personagens de outros games e de outras mídias, como aconteceu com "Soul Calibur III", em que pipocaram sites ensinando fazer lutadores como He-Man e Seu Madruga, venerado personagem do seriado "Chaves". Mas uma vez, o clássico da Namco vence no quesito variedade na hora de criar lutadores.

O visual de "Mortal Kombat: Armageddon" é básico e a evolução para os antecessores não é muito grande. Tem mais efeitos, que ajudam a polir os gráficos. Ao menos, o fluxo de tela é bem suave, com cerca de 60 quadros por segundo. As edições para Xbox e PlayStation 2 são virtualmente idênticas. As animações têm aquelas características típicas da série, um pouco duras. A profusão de sangue e desmembramentos é um ponto sensível para alguns, mas são tão exagerados que chegam a ser cômicos (o sangue parece mais uma massa vermelha). Mas, quem não se sentir confortável pode reduzir o nível de violência.

A trilha sonora é ótima como sempre, alternando aquelas composições sombrias e cheias de clima com o rock pesado. As vozes são típicas, assim como a voz do narrador, uma marca registrada da franquia. 

Onde todos os lutadores se encontram

"Mortal Kombat Amageddon" encerra sua luta na atual geração com dignidade e muito serviço. A quantidade de personagens beira o absurdo e ainda dá para criar seu próprio lutador, além de o modo de aventura ficou bem divertido. Poderia, sim, ter mais opções, especialmente no modo principal, mas os fãs da franquia terão uma despedida com muito conteúdo.

Constantine


O jogo estrelado pela personagem principal da série de quadrinhos, Hellblazer, John Constantine, como ele aprende sobre o problema: de pleno direito demônios estão de alguma forma de atravessar para o reino da terra, sem cuidado. Ele é então enviado por seu associado, Beeman, para investigar esse problema. Ao longo de sua investigação ele se encontra com o Padre Hennessy, que fornece suporte, juntamente com a magia do corvo Storm.
O jogo começa como João é chamado para exorcizar um demônio do corpo de uma mulher em um hotel. Após o exorcismo é praticado, a mulher acorda de sua hipnose, tonto e confuso. A tela então corta para escritório Beeman, onde John está sendo informado sobre a linha enfraquecida entre o inferno ea Terra por Beeman. João, então, pisa em uma poça d'água no canto da sala, profere um encantamento e acaba no inferno.
João vê pessoas sendo abatidos e dilacerado por demônios, e depois vê-los chegando para ele. Ele, dependendo da escolha do jogador, usa a sua arma, a primeira parte do conjunto da Bruxa Curse, para matar os demônios. Ele então começa a procurar em torno de inferno para o primeiro pedaço do Shotgun Santo, ao ver os horrores do inferno com seus próprios olhos. Como ele procura, as almas mais inocentes são mortos e mais demônios são vistos lutando contra John. Em um beco sem saída, ele encontra a segunda arma para o jogo da Bruxa Curse, mas é agarrado por um seplavite e voou pelos céus do Inferno. Ele é descartado e, em seguida, é emboscado por uma horda de demônios - só na frente da barraca segurando o pedaço de Shotgun Santo. Ele então usa a ampola de água que ele estava carregando e começa o inferno fora do inferno.
A tela então corta para a barra de profunda dentro dos becos escuros um mestiço de. John diz ao garçom sobre o que viu no Inferno, então dá-lhe um cartão de tarô que explode em chamas. John deixa para encontrar Hennessy, mas, de alguma forma, demônios atacá-lo na escuridão. Depois de alguns ataques mais, ele encontra Pai Hennessy e diz-lhe sobre os horrores do inferno. Hennessy diz ele sobre Thomas Elriu, um morto angelical mestiço, que, por alguma razão inexplicável, cometido suicídio.Antes de John sai para encontrar o apartamento Elriu, o Hennessy dá-lhe o feitiço poderoso Corvo da tempestade para se defender atacando os demônios. João, então, pula uma cerca e sai para o apartamento do Elriu.
Depois de subir uma escada para o piso superior do complexo de apartamentos, John procura as chaves da porta que leva até o elevador. Ele vê símbolos estranhos nas paredes do apartamento Elriu e em uma sala secreta onde as chaves são encontrados. Ele abre a porta e vê uma visão perturbadora: um mestiço e um ser humano morto. Depois de enfrentar e matar o mestiço, dois policiais e Padre Hennessy sair do elevador e, enquanto os policiais buscas na área, caminha com John Hennessy através do piso superior do complexo de apartamentos. Depois de mostrar os símbolos Hennessy, John informa-lo sobre para onde vai: o porão.
Na cave, John encontra uma porta trancada e começa a procurar as chaves na porta, enquanto experimenta os ataques demoníacos habituais. Depois de um labirinto escuro esgoto, John encontra as chaves, mas encontra outro problema: um monte de cabos de ter criado uma barreira pequena de energia elétrica que bloqueia seu caminho. Para passar por eles, ele precisa encontrar um gerador. Ele usa as chaves para abrir a porta trancada e encontra um armazém no interior. Segunda arma de João, o Crucifier, é encontrado no interior do depósito, junto com uma mensagem de Elriu, indicando o uso do Crucifier e uma mensagem informativa: "Se você está lendo isso, eu já partiram deste plano".
Agora equipado com o Crucifier, John procura o resto do depósito, encontrando uma grelha, que leva à sala do gerador. Ele desliga a alimentação e as cabeças para a área bloqueada, o que é enchido com água. John pronuncia o encantamento e é enviado para o inferno.

God of War


Kratos é um guerreiro grego à serviço dos deuses Gregos do Olimpo. É revelado,em uma série de flashblacks, que Kratos foi um Capitão militar no exército de Esparta. Um guerreiro feroz, que guiava seu exército através de muitas vitórias, até que ele encontra com uma horda invasora de bárbaros. O Espartano é oprimido pelo grande número de inimigos, e está prestes a ser morto pelo Rei Bárbaro, quando, em um momento de desespero, ele clama pelo Deus da Guerra, Ares, e jurando ter uma vida de servidão à Ares, se este livrá-lo da morte e der-lhe poder para acabar com os inimigos.

Ares ouve a oração de Kratos, e entrega as Lâminas do Caos (um par de lâminas anexadas em correntes, forjadas no fundo do Tártaro) ao seu novo servo. Kratos então retorna para confrontar o Rei Bárbaro e decapta o seu inimigo. Um vitorioso Kratos então triunfa em guerras por toda a Grécia, e eventualmente, enquanto lidera um ataque à uma vila ocupada por adoradores de Atena. Ares engana Kratos colocando sua filha e sua mulher na vila, a quem Kratos acidentalmente mata. Embora Ares achasse que fazendo isso Kratos se tornaria um guerreiro perfeito, este, por sua vez, renuncia sua servidão a Ares. O oráculo da agora destruída vila amaldiçoa Kratos, e anexa as cinzas de sua família morta em sua pele, fazendo com que sua pele fique branca. Agora conhecido como o "Fantasma de Esparta", Kratos é atormentado por pesadelos do seu horrível ato e compromete-se a dez anos de servitude aos outros deuses do Olimpo. Finalmente, cansado de sua servitude, Kratos convoca Atena, que afirma a Kratos que se ele realizar uma tarefa final - o assassinato de Ares - ele será perdoado pelo assassinato de sua família. Atena então designa a Kratos a tarefa de matar Ares, pois Zeus havia proibido a intromissão divina.

Kratos é guiado pela deusa Atena até a cidade de Atenas, que está sendo sitiada por escravos de Ares. Kratos abre caminho batalhando até o oráculo de Atenas, mas não antes de ter um encontro com um estranho coveiro, que encoraja Kratos a continuar com sua tarefa. Encontrando o oráculo, Kratos descobre que a única maneira de matar Ares é localizando e usando a Caixa de Pandora, um lendário artefato que dá a um mortal poderes para se matar um deus.

Após atravessar o Deserto das Almas Perdidas, Kratos convoca o Titã Cronos. Cronos possui o Templo de Pandora anexado em suas costas: um castigo imposto por Zeus a Cronos na Grande Guerra. Kratos escala o Templo durante três dias antes de atingir a entrada, e ao entrar supera uma série de armadilhas mortais e um exército de monstros. Kratos finalmente encontra a Caixa de Pandora, mas ao tentar sair do Templo com o artefato ele é assassinado por Ares, que tem certeza de que seu ex-servo foi sucedido. Enquanto um grupo de harpias leva a Caixa à Ares, Kratos está a cair no Hades (Submundo ou Mundo Inferior, o inferno dos gregos). Kratos, no entanto, luta para sair do submundo, e com a ajuda do coveiro misterioso, que menciona que Atena não é o único deus olhando por ele, escapa e retorna a Atenas.

Ao recuperar a Caixa de Pandora de Ares, Kratos a abre e usa o seu poder para tomar os poderes de um deus. Apesar dos melhores esforços de Ares para acabar com Kratos, tanto fisicamente quanto mentalmente, incluindo ser despojado das Lâminas do Caos, perder os Poderes Divinos, e lutar contra uma Horda de Clones e perder sua família novamente, Kratos sobrevive e mata seu inimigo com a lendária Lâmina dos Deuses. A cidade de Atenas é salva, e apesar da deusa Atena dizer que seus pecados foram perdoados, ela o informa de que seus pesadelos nunca irão cessar. Kratos então tenta cometer suicídio, lançando-se no Mar Egeu, mas Atena intervém, dizendo que não caberia a ele Kratos tirar a própria vida, pois a morte de Ares teria sido um grande ato. Ela então o leva de volta para o Monte Olimpo. Como recompensa por seus serviços aos deuses, Atena lhe concede suas Lâminas, e Kratos se torna o novo deus da guerra.

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Bem, esse foi meu post sobre 5 de alguns 100 jogos que eu tenho aqui em casa. Espero que tenham gostado ^^

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