sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Ui, post nº 100 - Cemeteries Of London

HELLOOOOOOOOOO GUYS!

Bem, para "comemorar o meu post de número 100, vou colocar o comecinho de uma das minhas histórias *--* taran, taran! CEMETERIES OF LONDON!!! Tipo, essa é uma história contada em primeira pessoa. Uma garota chamada Emma era um pouco "diferente" das pessoas de sua escola, assim como John. Eles realmente se amam, porém não demonstram tanto afeto um com o outro. Os dois absolutamente são melhores amigos, e quem sabe durante a história sejam um pouco mais ou um pouco menos do que isso? Só lendo pra saber!
Essa história, ou melhor, o prólogo dessa história tem uma pequena parte haver com a minha vida, mas nada muito "NOSSA!". Não acho que sou uma pessoa super criativa [mas essa história foi criativa pacas!!!!], e gosto muito de escrever. POR FAVOR, NÃO ME MATEM DIZENDO QUE ESSA HISTÓRIA TÁ UM LIXO, apenas comente o que achou ou não desse pequeno começo... A história começa em 3, 2,. 1... JÁ!


Prólogo

Nunca foi fácil imaginar uma vida sem romance, ação ou aventura, e sempre tentei colocar estas três coisas em minha vida, mas quase nunca deu certo, pois normalmente não estaria com as pessoas que eu queria. Meus pais nunca conseguiram me influenciar, ou dizer para eu me tornar alguém que eu não queria ser, tal como uma princesa. Apesar de minha mãe sempre ter passado muito tempo comigo em minha infância, as brincadeiras eram com o meu pai, então nunca fui muito aquela garota cor de rosa, que brincava de bonecas e de casinha; muito pelo contrário, eu brincava de carrinho, jogava futebol e a minha cor preferida sempre foi azul. Por isso e por outros motivos, sempre me diziam que não era uma “garota normal”, e de vez em quando, uma ou outra menina me chamava de menino, apenas pelo fato de não gostar de rosa, se bem que nunca me importei com isso.
Eu absolutamente odiava um menino da minha sala, sem motivo específico, só o odiava, assim como meu pai, que o chamava de burro. Isso aconteceu há alguns anos atrás, quando ele me empurrou sem querer e, eu acidentalmente torci minha perna, então jurei sua morte. Na época, ele gostava de mim... Gostava. Conheci sua mãe no último verão, e ela pareceu não gostar muito de mim, então preferi me afastar um pouco dele. Tempos depois, nos tornamos melhores amigos, assim de uma hora para outra, e então me apaixonei. Nisso, ele descobriu, e de fato se afastou, acho que para provar que eu não merecia o seu amor, só por tê-lo ignorado todo este tempo. Enfim, de quaisquer formas, voltamos a nos falar, e estamos só como amigos, porém ainda dizem que ele gosta de mim. Seu nome é John. Ah, e a propósito, o meu é Emma.

Capítulo 1 – Tive Um Sonho Muito Estranho

É época fria em Londres; começo de novembro, estamos entrando no inverno, nos preparando para receber a neve. Fui à escola hoje, e quando cheguei, avistei John me esperando no portão. Cumprimentamo-nos com beijos na bochecha e começamos a conversar sobre o trabalho de História. O professor dividiu a sala em grupo, e como sabe que nós somos um pouco diferentes do restante da classe, nos fez uma dupla. Lembro-me muito bem sua voz dizendo “Emma e John, vocês são a quinta dupla a apresentar o trabalho que será explicado durante a semana...” e depois disso começamos a conversar cada vez mais.

- Sobre o que você acha que será o trabalho? – Ele perguntou tentando olhar para mim e andar sem esbarrar em nada ao mesmo tempo.
- Ah, não sei. Acho que sobre a Primeira ou a Segunda Guerra Mundial novamente, como sempre é.
- Talvez não! Este professor é novo e nós ainda não o conhecemos direito...
-... Apesar de que ele sabe muito sobre nós – Complementei; ele concordou com a cabeça e logo o silêncio nos dominou.

Entramos na sala e quase todos estavam lá, com a exceção de um ou outro. John fez questão de pegar minha cadeira e colocar ao lado dele, para que assim, pudéssemos começar a anotar nossas ideias para o trabalho, isso enquanto o professor Mark estivesse explicando. Logo que ele chegou, todos os alunos se sentaram esperando que ele dissesse algo além do seu comum “Bom Dia” sem muito ânimo. Logo após fazer a chamada, Mark começou a explicar como seria o trabalho.

- Bem, como havia dito, esta semana vou explicar sobre o trabalho; como ele será feito, os detalhes e os assuntos de cada grupo. Bem, eu e a professora de Literatura, Charlotte, resolvemos fazer uma parceria em relação a isto, ou seja, ela quer que vocês façam uma redação, e como não sabia que temas escolher, resolvemos partir para a minha matéria, que é História. Como já dividi os grupos da maneira que achei adequado, vocês irão sortear um assunto. Aqui há diversos, e um é totalmente diferente de outro – Nesta hora, levantou um saco plástico transparente, onde conseguíamos ver papéis dobrados. Foi passando de dupla em dupla para sortearmos um papelzinho. Quem tirou foi o John, e vimos escrito “Fantasmas e Bruxas”. Logo Mark observou e deu um sorriso um pouco suspeito – Este é um ótimo assunto... Boa sorte, vocês irão precisar.

Achamos aquilo um pouco estranho; então discutimos um pouco e logo partimos para um assunto mais pessoal, como nossas vidas pessoais. Sei que já estava passando bastante tempo com ele, porém ainda era um pouco tímida em relação a tudo, devido ao fato de que o amo em segredo.
Ao sairmos da sala, fomos à biblioteca pesquisar sobre o tema. No meio do corredor nós paramos. Estava um pouco escuro e só havia nós. Ele puxou minha mão bem de leve, levando-me para perto dele. Como era mais alto que eu, levantei um pouco minha cabeça, tentando procurar seus olhos verdes, que segundo o mesmo, combinam com os meus azuis. Quando os achei, ele colocou uma de suas mãos em minha cintura e a outra em meu rosto; posicionei minhas mãos em seu pescoço. Seu rosto se aproximou do meu, até que ele sussurrou algo em meu ouvido.

- Sempre tive vontade de fazer isso, só me faltava coragem...

Até que ele encostou seus lábios nos meus e me deu um leve selinho, para quebrar o gelo; quando percebera que não havia reagido contra sua vontade, que também era minha; começou a me beijar mais, sempre com leveza, nada desesperado e descontroladamente apaixonado. Quando acabou, continuei dando leves beijos em sua face, e ele beijou minha testa. Após isso me abraçou e disse que, por ele, não me soltaria nunca mais.
Quando o “momento de romance” teve um fim, fomos diretamente para a biblioteca, que estava vaga. Ainda estava um pouco envergonhada. Quando começamos a procurar os livros, avisaram que logo iriam fechar, então pegamos uns cinco pelo título e saímos depois que o registramos. Liguei para minha mãe e perguntei se poderia ir à casa de John para fazer o trabalho, ou se ele poderia ir lá. Ela disse que tudo bem, se bem que logo nós sairíamos. Meu mais novo “quase namorado” disse que poderíamos nos juntar outro dia, de modo que eu ficasse com dois livros e ele com três, ou vice versa.
Cheguei a minha casa exausta. Tomei um banho e, como estava cansada, fui tirar um cochilo, que logo se transformara em um sono profundo. Até que tive um sonho...

John e eu estávamos em um cemitério, que de alguma forma, me parecia muito o Kensal Green. Procurávamos algo, que não sabia exatamente o que era, e só lembro-me que estávamos lá, e não nos mexíamos, parecia ser impossível. Assim que consegui virar minha cabeça para a diagonal, vi fantasmas e bruxas vagando pelas ruas de Londres e entrando em certas casas. Algum tempo depois, não conseguia mais me ver lá, porém estava observando tudo. Então seguimos pelo rio, onde os fantasmas rezam para que suas “maldições” sejam quebradas. Ainda que não pudesse ver John, sentia sua presença, sempre ao meu lado. De repente, os dois começaram a brigar e retrucar, e conversaram algo que não entendi ou pelo menos não me lembro, até que um fantasma me viu, e então vi seus olhos vermelhos bem florescentes vindos até mim, com toda a rapidez do mundo.

Acordei assustada e pensei em ligar para a minha dupla, se bem que eram seis horas da manhã. Deitei-me na cama novamente e voltei a dormir, em um sono tranquilo, tentando esquecer o que havia sonhado anteriormente. Quando me levantei novamente, já eram nove horas da manhã de um sábado frio, embora o sol estivesse presente naquele dia. Liguei para o meu parceiro e melhor amigo, até que decidimos nos encontrar em um shopping da cidade. Tomei um banho quente e coloquei minha roupa de inverno; uma calça jeans, uma blusa de manga comprida, por cima uma jaqueta, calcei meu par de All Star e coloquei meu cachecol preto. Penteei meu cabelo normalmente a arrumei minha touca, também preta só para dar um toque final no look; afinal de contas, iria me encontrar com John.
Quando cheguei à sua casa para irmos ao shopping, ele me esperava em frente ao portão. Estava com uma camiseta branca, uma jaqueta de couro preta, uma calça jeans e um Converse. Dei um beijo em sua bochecha, e foi ai que percebi; ele estava completamente diferente em relação a mim desde aquele maldito beijo, e agora não sei se essa ‘relação’ é boa ou não.

- Emmy, você trouxe os livros?
- Trouxe sim... Por quê? – Perguntei um pouco confusa.
- É que, se você não se importasse, nós poderíamos ficar aqui mesmo.
- Ah, tudo bem.

Nós entramos em sua casa, que estava no total silêncio. Ele me mostrou cômodo por cômodo e desse que poderíamos estudar na mesa em seu quarto, ou se eu preferisse, na cozinha. Então ficamos em seu quarto, já que era lá que ficava o computador, os livros e todo o resto. Pegamos os cinco livros que havíamos encontrado na biblioteca e começamos a lê-los para tentar encontrar algo real ou sobrenatural. Tudo o que encontrávamos era colocado em uma folha, eu deveria estar o assunto do que havíamos encontrado, em qual livro e página. Assim ficamos a tarde toda, pesquisando em livros e na internet. Horas depois, a mãe de John chegou, e foi ai que nos conhecemos.

- JOHN, CHEGUEI! – A ouvimos exclamar – Venha cá... – Então descemos.
- Hm... Olá.
- Oi Emma, sou Cláudia.
- Prazer!
- John falou muito bem de você – E naquela hora, ele acabara de entrar na sala onde estávamos.  Não pude deixar de notar que ele ficou um pouco envergonhado e, acredito eu que com vontade se matar sua mãe.
- Ah, então vocês já se conheceram...
- Ah querido, ela é adorável!
- Obrigada.
- Por nada meu amor – E ficamos em silêncio por um tempo – Vão para a mesa de jantar que só vou tomar um banho e fazer algo para vocês comerem.

E então, o que acharam? Bom, ruim, péssimo, excelente, perfeito... Não, nem dá pra ser perfeito porque a história nem começou! HASUAHSUAHSUASUA Desculpe, parei ela no meio de um diálogo, né!? Vou continua-la e talvez poste a parte 2... TALVEZ...

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